A última civilização na Terra

A última civilização na Terra

A atual civilização que será a última, armou-se com capacidade para destruir a Terra 200 vezes; são mais de 14.000 ogivas nucleares que os arsenais dispõem,  com poder para destruir mais de 80 por cento das espécies incluindo a nossa.

O humanos são a única espécie, que se preparou para despoletar o evento da “sexta extinção em massa”.

Por exemplo a Rússia; com apenas 144 dos 7800 milhões de habitantes do nosso Planeta, dispõe de 6500 (bombas atómicas); quase metade do arsenal nuclear existente, que seriam suficientes para o destruir 90 vezes; lembro que algumas dessas ogivas, têm 3000 vezes o poder de destruição das que caíram  em Hiroshima e Nagasaki.

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Terra, o berço da espécie  humana

Para que o leitor compreenda como a nossa espécie chegou ao topo na escala da evolução, temos que voltar 2 200 milhões de anos atrás, quando os lagos de água salgada serviram de propulsão da vida, num quadro primitivo absoluto.

Lagos salgados, foram as maternidades da vida

Se juntarmos todas as etapas que tivemos que percorrer até chegarmos à inteligência e ao complexo ADN humano, a probabilidade em toda a Galáxia da existência de uma civilização com as mesmas características que a nossa, é de um trilião de trilião de triliões o que nos deixa uma certeza; os humanos não podiam existir sem a decisão de (Uma Inteligência Superior), conclusão a que chegou um grupo de conceituados cientistas nas áreas da biologia, astrofísica molecular e neurologia.

Portanto se os humanos desaparecerem da face da Terra, seria uma perda que só o (Criador) a saberá avaliar; porque nós não sabemos o motivo porque estamos a destruir-nos uns aos outros; cabendo neste momento a um único homem (Putin),  a decisão de iniciar um conflito com armas de destruição em massa, que a longo prazo acabaria por dizimar todos os sobreviventes.

Como teria surgido a vida na Terra, que posteriormente deu origem a um ser inteligente (o homem).

Teriam sido radiações com origem numa Supernova, ou talvez a queda de um grande meteorito, as causas prováveis que levaram à extinção dos dinossauros, e a mais de 80 por cento da vida existente na Terra há 65 milhões de anos.

Civilização Mesopotâmica

Também não se sabe; se o (evento) foi provocado para pôr em marcha um lento processo de evolução, com o objetivo de que posteriormente uma espécie (a humana), viesse a atingir a inteligência.

A discussão sobre este tema milenar deixa à ciência uma dúvida; se somos ou não “parte de um programa” decidido por uma (Inteligência Superior), em que a diferença entre nós e Eles é tal, que se estabelecermos um padrão em que eles assumiriam o nosso lugar, em comparação os humanos, não passariam de simples bactérias. 

Esta eventualidade; não colide com o que está cientificamente provado ter sido “a origem da vida”, num artigo publicado no Jornais Vila de Rei e Mundo Português.

Civilização Egípcia

Conhecedores e manipuladores da física e da genética, eles a quem na idade média chamaram de Deuses ou “Filhos da Luz” pelos uniformes brilhantes e resplandecentes, teriam desencadeado todos os acontecimentos, através de uma seleção que conduziria o homem à sua provável semelhança; e, posteriormente viesse a desenvolver uma civilização tecnológica.

O porquê desta decisão (Superior), ainda é muito cedo para nos ser dada a conhecer.

O nosso desenvolvimento nos últimos 100 anos, e mais precisamente a seguir à primeira guerra Mundial, tem ajudado na pesquisa para sabermos quem na realidade somos, e qual o motivo para que estejam interessados em nós.

Civilização Romana

Fizemos avanços no domínio da eletrónica e noutras áreas, que no nosso conceito chamamos de milagres; e nos últimos 70 anos alargámos exponencialmente o nosso conhecimento nos campos da Física, da Astronomia, da Biologia e da Genética, e até conseguimos sair do nosso habitat a Terra e colocámos o homem na lua e, enviámos várias máquinas para um espaço mais alargado, em que algumas naves por nós construídas já ultrapassaram os limites do nosso sistema Solar.

Numa reflecção aos últimos 200 anos do nosso desenvolvimento, ele foi quase todo no campo “belicista”; e começámos a constituir um perigo para todas as espécies incluindo a nossa; destruindo tudo em que nos envolvemos, porque a nossa génese é de natureza destruidora.

Civilização Hebraica

Sabemos que a atual civilização, foi procedida por várias outras espalhadas por todo o globo terrestre; mas pouco se sabe daquelas que se lhes perdeu o rasto; algumas nunca chegarão ao nosso conhecimento, ou porque se encontram debaixo das calotes polares; ou ainda outras civilizações que serviram de ensaio, e que depois se auto extinguiram.

A nossa civilização será uma das mais curtas de sempre; não obstante ser provavelmente a que mais avançou em tecnologia.

Civilização Harapeana

A mais antiga que temos conhecimento, resultou da fusão de diversos povos que habitaram a Mesopotâmia; tendo os assírios e os sumérios que inventaram a escrita, um grande peso na civilização Mesopotâmia que prosperou há aproximadamente 6500/7.000 anos, entre os rios Tigre e o Eufrates (hoje Iraque); tendo depois sido destruída com a chegada dos persas, a que se seguiram os egípcios e depois os Romanos e Hebreus.

Mas é na idade média que os humanos são confrontados com fenómenos de aparições em diversas partes do Globo, que nunca tiveram qualquer contato entre si; no entanto, é um grande enigma que elas se enquadrem no mesmo espaço do tempo; onde civilizações tiveram o seu auge em simultâneo, e sem qualquer conhecimento umas das outras. Para além da cultura Maia e da Inca, a mais enigmática de todas é a Chimú; cuja Capital Chan Chan tinha o tamanho de Paris.

Era uma Cidade bem organizada com largas avenidas, pouco se sabendo desta (incrível civilização) que foi barbaramente destruída pelo Império Inca, que não deixou para a posteridade o legado daquele que foi um dos povos, que mais próximos estiveram de uma (Civilização Perfeita).

Pistas de Nazca

Algumas ruínas e as famosas pistas no planalto de Nazca, são evidências de que aquele povo talvez tivesse recebido visitas extraterrestres.

Os Incas que dominaram um território com dobro da França, foram um povo bárbaro e inculto cujo Imperador Pachacuti reinou durante 103 anos.

Foi ele o responsável pela destruição dos Chimus; abdicou a favor do filho aos 125 anos, tantos quantos os que viveu.

Chan Chan a Capital Chimú, floresceu numa zona próxima onde se encontra hoje a Cidade de Trujillo no Peru; diz-se terem tido várias visitas alienígenas, e que as pistas de Nazca seriam mapas de orientação e campos de aterragem para veículos Espaciais.

               Nova Iorque

Os incas pagaram cara a destruição de Chan Chan, quando 180 bárbaros espanhóis chegaram ao Perú no Século XVI; exibindo armas de fogo que os incas desconheciam, os homens de Pizarro logo foram tomados por deuses; e começou a grande chacina, onde as doenças transmitidas pelos espanhóis, em pouco tempo dizimaram mais de metade dos 16 milhões de incas.

Grande Metrópole destruída por um ataque nuclear

Em caso de guerra atómica em larga escala, a Terra ficará sujeita ao inverno nuclear durante milhões de anos; os únicos sobreviventes serão os de subsolo e debaixo da calote da Antártida, onde existem dois grandes lagos aquecidos, mas o homem não sobrevirá.

Para os cientistas em particular os Astrónomos, as pistas de Nazca continuam envolvidas em mistério; talvez que o possível contato com extraterrestres levasse os chimus, a aproximarem-se dos níveis que conduz aos caminhos da perfeição.

Não restam dúvidas que existiram várias civilizações antes de nós, que não deixaram ou não quiseram deixar rasto; esta poderia ter sido uma regra imposta, que consistia na destruição de todos os vestígios da sua presença; algumas delas, podem estar debaixo dos 15 milhões de quilómetros quadrados de gelo da Antártida.

Os nossos descendentes, serão as máquinas inteligentes que vamos construir no futuro.

É provável que a atual Civilização tecnológica, faça parte do “programa” para o qual o homem terá sido predestinado.

Seria o fim do ciclo; e o ponto que marca o fim da espécie humana no Planeta Terra, por começar a ser uma ameaça para toda a Galáxia a Via Látea, e provavelmente para todo o Universo; a guerra na Ucrânia pode representar o fim do ciclo da nossa da nossa espécie e muitas outras, se a escalada nuclear for a opção de quem já não tem nada a perder.

OBS: Às crianças da Ucrânia em fuga; e suas mães que a todo custo, tentam salvar-lhes as suas curtíssimas vidas; é a elas, que o autor dedica este Artigo.

         

     J. Vitorino – Jornalista

 

 

 

 

 

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