Coabitamos nós, com Mundos paralelos?, por Joaquim Vitorino

Coabitamos nós, com Mundos paralelos?, por Joaquim Vitorino

Quanto mais avançamos em “magia tecnológica” maiores são as probabilidades de um dia os humanos e alguns animais por nós rigorosamente selecionados, podermos sobreviver a um efeito de estufa ou Big Freeze, que mais do que certo o Planeta Terra terá que enfrentar; quando irá acontecer, também vai em parte depender da conservação do nosso habitat.

Efetivamente, os danos causados ao ambiente tornaram o processo irreversível; os poluidores que somos nós, apenas podem retardar o processo; mas nunca poderão evitar o efeito de estufa provocado pela revolução Industrial, que nos conduzirá inevitavelmente ao Big Freeze.

Muitos cientistas acreditam que vamos estar preparados para salvar a nossa espécie refugiando-nos em mundos paralelos, que já estão a ser partilhados com os terrestres, mas que ainda estamos separados por “barreiras intransponíveis” que a alguns humanos “iluminados” já foi permitido conhecer.

A questão é saber com quantos mundos paralelos partilhamos nós, e qual a diferença tecnológica nos separa.

Um desses Mundos, admitem-no todos aqueles que acreditam num “Ser Superior” que para nós Cristãos “É Um DEUS Todo Poderoso” que dizemos estar em toda a parte, mas que não sabemos se num Mundo Paralelo ao nosso ou “Se Está Sempre” no meio de nós. Alguns dos Cientistas que não se identificam propriamente com as áreas teológicas e filosóficas, questionam-se e debruçam-se na investigação dentro deste domínio com uma vertente parapsicológica e não só, onde a física teórica entra em campo para num futuro a sua aplicação prática, ter um papel preponderante na sobrevivência da nossa espécie e de outras que connosco coabitam.

O exercício da mente é uma prática utilizada nos domínios da parapsicologia; e uma ciência recentemente reconhecida mas que até há 50 anos atrás era considerada oculta.

Foi precisamente para a desmistificar, que na década de 70 Óscar Quevedo “Autor da Face Oculta da Mente” entre outros “Best Sellers” se deslocou a Lisboa para dar uma conferência sobre esta Ciência a convite da Universidade Católica, e que teve lugar no Salão Paroquial da Igreja São João de Brito, a que tive a honra de ser convidado para durante os dias do simpósio ver “coisas do outro mundo” que até então pensei não estar ao alcance e capacidade de um humano; não obstante terem passado mais de 40 anos não posso divulgar ao que assisti porque muitos leitores não acreditariam, ou outros a quem poderia perturbar mentalmente; apenas e tão só posso dizer que pelas experiências vividas em criança e adolescente, que os humanos não são apenas seres biológicos como os outros animais; porque somos dotados de uma componente espiritual em que basta um traumatismo físico ou emocional, para nos revelar a face oculta da mente humana.

Com residência em São Paulo Brasil, Óscar Quevedo de origem espanhola (nascido na Galiza) foi Presidente do Centro Latino Americano de Parapsicologia; e estava na altura muito limitado pela Igreja, na divulgação do poder da mente; o que poderia ser utilizada por terceiros para fins que fugissem à ética estritamente limitada ao uso de terapia enquadrada no domínio da cura da mente; onde comparado com alguns exemplos que presenciei, o hipnotismo embora utilizado como práticas de anestesia em casos cirúrgicos, não passa de uma mera amostra do poder exercido pela mente humana, que apenas está desenvolvida em 4% da sua capacidade total.

O homem está no caminho de descobrir a grande arma que um dia terá ao seu dispor que é a força da sua mente, e terá como grande suporte os futuros conhecimentos para aplicação da mecânica quântica; é bom que não a descubra até estarmos minimamente preparados para a receber.

É provável que estejamos sujeitos a um rigoroso controlo de Quem nos possibilitou esse Dom, que terá também sem a menor dúvida o poder de o anular.

O Homem encontra-se na encruzilhada da grande decisão quanto ao destino que deve seguir, onde se apresentam apenas duas opções em que o tempo apresenta-se muito escasso; que é inverter a agressão ao seu habitat e às outras espécies que connosco fazem parte do ecossistema, ou entramos em decadência até chegar ao fim do último ser vivo na terra; onde a nossa dramática passagem ficará “sepultada” até ao fim dos tempos.

 

Joaquim Vitorino, Diretor

Cronista e Jornalista

Astrónomo Amador

 

 

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