Prémios Humanizar a Saúde – Nota de Imprensa

 

Do luto parental aos ‘castelos’ de conforto: projetos da Região Centro e de Coimbra entre os vencedores dos Prémios Humanizar a Saúde

 

Iniciativa reconhece três projetos no âmbito da Saúde Mental, Bem-estar Físico e Apoio Social.

Dois dos projetos distinguidos são da Região Centro, um deles com intervenção direta em Coimbra.

Melhorar a qualidade de vida dos doentes e das suas famílias é o fio condutor de todos os projetos vencedores.

 

Lisboa, 26 de novembro de 2025 – Humanizar a experiência da doença grave na infância, criando redes de apoio quando as famílias mais precisam, são os grandes objetivos dos três projetos vencedores da 5.ª edição dos Prémios Humanizar a Saúde, uma iniciativa da Teva. A edição deste ano destaca particularmente a Região Centro, de onde chegam dois dos projetos distinguidos, um deles com intervenção direta em Coimbra.

 

As iniciativas distinguidas este ano são: “A Clareira”, da Associação Calioásis; “Um Castelo – Pedrinho a Pedrinha”, da Cooperativa de Solidariedade Social e Cultural Pedrinhas; e “Cuidar na Fragilidade”, da Associação de Ajuda ao Recém-nascido – Banco do Bebé. O impacto transformador na vida de crianças, jovens e famílias que enfrentam desafios de saúde complexos é o fio condutor de todos estes projetos, que representam exemplos de solidariedade, inovação e compromisso com os cuidados humanizados.

 

“Estes projetos mostram-nos que, mesmo nos momentos mais difíceis, é possível criar espaços de cuidado, escuta e afeto. Humanizar a saúde é reconhecer que cada pessoa e cada família merece ser acolhida com dignidade, empatia e esperança”, afirma Michael Schrewe, Diretor-Geral da Teva Portugal.

 

Na categoria de Saúde Mental, a Associação Calioásis destacou-se com o seu projeto “A Clareira’, desenvolvido em parceria com o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra e em articulação com serviços da Unidade Local de Saúde daquela cidade. Trata-se de uma iniciativa de apoio ao luto parental, dirigida a pais e famílias que perderam filhos com Doença Crónica Complexa (DCC), e que promove uma resposta humanizada através de Grupos de Apoio Interpares, formação de profissionais de saúde e ações de sensibilização na comunidade, tendo apoiado, até ao momento, mais de 80 pessoas.

 

Na categoria de Bem-estar Físico, o vencedor foi a Pedrinhas – Cooperativa de Solidariedade Social e Cultural, com o projeto “Um Castelo – Pedrinho a Pedrinha”, que transforma as casas de crianças e jovens até aos 18 anos, com doenças graves, em verdadeiros “castelos” de conforto e dignidade. Atuando na Região Centro, realiza obras de reabilitação em habitações precárias, assegurando condições adequadas às necessidades de saúde e bem-estar destes doentes e das suas famílias.

 

O prémio na categoria Apoio Social vai para a Associação de Ajuda ao Recém-nascido – Banco do Bebé, com o seu projeto “Cuidar na Fragilidade” que, na Área Metropolitana de Lisboa, assegura acompanhamento domiciliário a bebés com condições clínicas complexas após a alta hospitalar. Através de visitas regulares, a equipa multidisciplinar apoia famílias em situação de vulnerabilidade, promovendo um desenvolvimento mais saudável e equilibrado desde os primeiros anos de vida.

 

“As iniciativas distinguidas este ano demonstram uma capacidade extraordinária de intervir em momentos de enorme vulnerabilidade para as crianças e famílias — seja no processo de luto, na transição do hospital para casa ou na criação de condições dignas no seu próprio lar. São iniciativas profundamente transformadoras, que combinam rigor, criatividade e sensibilidade humana, e refletem aquilo que acreditamos ser a verdadeira inovação em saúde: a que muda vidas de forma concreta e sustentável”, acrescenta Michael Schrewe.

 

Cada um destes projetos foi contemplado com um apoio financeiro de 7.000 euros, entregue em formato de donativo. Com esta 5.ª edição, o número total de projetos apoiados sobe para 23, representando um investimento de 121.000 euros em humanidade e inovação ao longo dos anos. Além dos vencedores, a Teva reconhece ainda o trabalho notável dos restantes finalistas desta edição, cujas propostas revelam uma profunda dedicação à humanização da saúde.

 

Na área da Saúde Mental, destacam-se:

 

A Associação de Saúde Mental do Médio Tejo, com o projeto “Enraiza-T”

A Sociedade Artística Musical dos Pousos, com o projeto “100 Limites ao Som”

 

Na área de Bem-estar Físico, foram finalistas:

  • A Cruz Vermelha Portuguesa, com o projeto “Ambulância Mágica”
  • A Make-A-Wish Portugal, com o projeto “Um Desejo: Ponto de Partida”

 

Na área de Apoio Social, chegaram também à final:

A Olhar Poente – Associação Desenvolvimento, com o projeto “PEP4KIDS – Programa de Estimulação Precoce na Infância”

A Associação Ipafasia, com o projeto “As Vozes d’Afásia”

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Jornal Diário Digital Vila de Rei

Joaquim Vitorino – Jornalista Diretor

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