


Mais de um milhão de jovens reuniram-se em Roma, para o grande evento Jubileu da Juventude.
É um evento de elevado significado; cuja celebração marca a atual geração dos mais jovens, e abre portas a todos aqueles quem sentem, que os grandes desafios das suas vidas, têm que ser enfrentados com muita Fé, solidariedade e amor pelo próximo.
Com uma visão futurista, o Jubileu 2025 constituiu um momento inesquecível para toda a comunidade cristã em especial os mais jovens.
Lembro que foi São João Paulo II que despertou a Juventude; o mesmo caminho que seria trilhado por Francisco I desde o início do seu Postulado até ao seu último dia.
Ambos sabiam que seriam os jovens a dar o início à esperada mudança, invertendo muitos dos comportamentos que são algumas das causas identificadas do empobrecimento humano, que tem provocado terríveis danos sociais em todo o mundo.
Combater a pobreza não é uma tarefa fácil, mas não se pode esperar mais tempo; e as palavras não matam a fome a mais de 150 milhões de Cristãos, e ninguém melhor que ele entendeu o sofrimento daqueles, que nasceram no berço da pobreza; em que 90% tem sido herdada de gerações em gerações, num ciclo de tragédias familiares, que levaram à perda da esperança em atingir um futuro diferente.
É evidente que o Papa Leon XIV está decidido a seguir as peugadas do seu antecessor; porque a paz no mundo só será alcançada, com um equilíbrio na repartição de bens, que leve à erradicação da fome no Planeta; e um dos Continentes com incidência deste flagelo a curto prazo será a Europa, que foi o berço da civilização e do Cristianismo; e o mundo Cristão tem os olhos postos neste homem, que a exemplo de Francisco I, iniciou o seu Pontificado com provas de uma grande humildade.
OBS: À juventude de todo o Mundo; em particular a Cristã que terá em suas mãos a difícil decisão de inverter o terrível paradigma, que é a humanidade escolher os caminhos da solidariedade entre povos, ou optar pela degradação social e desigualdades a todos os níveis, que nos conduzirão com toda a certeza à confrontação em larga escala; que numa situação de desespero, entrará como último recurso as armas de destruição massiva.
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Jornal Diário Digital Vila de Rei
Joaquim Vitorino – Diretor