O incrível “boom tecnológico” que em menos de um século disparou em todas as áreas do conhecimento, terá que ser contextualizado no apagão, em que a humanidade viveu durante dezenas de milhares de anos; cabendo à ciência fazer a leitura em duas vertentes, onde a principal está no “risco” do desenvolvimento da inteligência artificial, sem que o homem perca o seu controle absoluto, mesmo que em determinadas circunstâncias precise dela para sobreviver.

Por exemplo; tornando-a cada vez mais inteligente, para o poder substituir em situações em que a máquina podia assumir o seu lugar; este cenário seria o erro capital da humanidade, que levaria à extinção em massa não só o homem, como outras espécies que connosco partilham o planeta Terra.
Os efeitos devastadores da robotização do Planeta, já foram quantificados e contextualizados pela ciência; com a possibilidade da “IA inteligência artificial”, vir a substituir os humanos em centenas de milhões de postos de trabalho; que como consequência e a curto prazo, se iria refletir na demografia mundial, baixando o número de habitantes para níveis de há mil anos atrás.
Ao longo da história da humanidade, os avanços tecnológicos sempre levaram à destruição do posto de trabalho, e os avanços foram sempre uma garantia para que novos empregos fossem criados; sendo agora uma situação muito diferente, porque a competição é entre homens e máquinas.
Nesta primeira fase; pode parecer que não há evidências claras de que isso vá acontecer, e até acreditamos que novos empregos vão surgir do nada, mas é um erro tremendo pensar assim; porque desleixa o futuro, e a capacidade que cada um terá para o enfrentar.

Esta questão já está a ser tratada nos centros de investigação dos países asiáticos como é o caso da China, onde a formação obedece a uma regra simples; são as universidades que escolhem quem tem a melhor vocação para determinadas áreas, remetendo para ocupações menores quem não tem os requisitos exigíveis, em que de um lado está um humano e do outro “IA inteligência artificial”.
As fábricas no futuro vão depender da automação e da “IA inteligência artificial”, onde as tarefas humanas serão apenas focadas na vigilância e produção; até que chegará o momento, em que a “IA” assumirá esse papel; de nada servirá aos humanos terem adquirido novos conhecimentos, porque a máquina está capacitada para o fazer muito mais rápido e melhor; para além de prestar atividade contínua 24 horas por dia sem se queixar, independentemente das condições adversas do trabalho a que está sujeita.

“IA inteligência artificial”, irá alterar todo o panorama consensual que até agora foi exclusivo da criatividade humana, para dar lugar a um novo tipo de alfabetização baseada em algoritmos; e embora que no futuro o trabalho possa parecer garantido à classe profissional altamente qualificada, não o será para muitos dos trabalhadores mais velhos e menos habilitados, porque nunca conseguirão superar essas transições
As fábricas no futuro vão depender da automação e da inteligência artificial, onde as tarefas humanas serão apenas focadas na vigilância e produção, até que chegará o dia em que a máquina assumirá esse papel; e de nada servirá aos humanos terem adquirido novos conhecimentos, porque a máquina está capacitada para o fazer muito mais rápido e melhor, para além de prestar atividade contínua 24 horas por dia sem se queixar, independentemente das condições adversas do trabalho a que está sujeita.

J. Vitorino – Jornalista Diretor – Jornal Digital Vila de Rei