MAI – Comunicado de Imprensa

 

Alerta de incêndios – Centro de Operações Permanente ativado na Base Aérea de Monte Real • Reforçada vigilância aérea na área de atuação do Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO) •

 

Prioridade de vigilância nos 26 concelhos fortemente afetados pela tempestade Kristin Prevenir antes de combater, protegendo as populações, o território e os recursos nacionais Face às previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que apontam para um agravamento das condições meteorológicas nos próximos dias, com temperaturas elevadas, tempo quente e seco e consequente aumento do perigo de incêndio rural, por iniciativa dos Ministros da Defesa Nacional, Nuno Melo, e da Administração Interna, Luís Neves, foi determinado o reforço da vigilância aérea na área de atuação do Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO), na zona centro do país.

 

A prioridade de vigilância incidirá sobre os 26 concelhos fortemente afetados pela tempestade Kristin, que provocou um aumento muito significativo da carga combustível existente no terreno, traduzindo-se num risco acrescido de ocorrência e propagação de incêndios rurais, justificando o reforço das medidas de vigilância, deteção precoce e combate de forma autónoma por parte das Forças Armadas.

 

Neste contexto, sob coordenação do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), será ativado um Centro de Operações Permanente na Base Aérea nº5 em Monte Real, durante o período de alerta, funcionando como base avançada de apoio ao CIPO.

 

Estará posicionado nesta Base Aérea um conjunto significativo de meios aéreos da Força Aérea Portuguesa e da Marinha, aumentando a capacidade de cobertura das zonas de maior risco. Ministério da Administração Interna e Ministério da Defesa Nacional imprensa.mai@mai.gov.pt armando.s.ferreira@mdn.gov.pt Campus XXI, AV. João XXI nº 63 1000-300 Lisboa, Portugal portugal.gov.pt COMUNICADO 18 DE JUNHO DE 2026 As aeronaves em prontidão serão as seguintes: • P-3C CUP+ – aeronave de patrulhamento de longo alcance, dotada de sensores de elevada capacidade para vigilância aérea e recolha de informação em vastas áreas do território; • EADS C-295M – aeronave de vigilância equipada para missões de reconhecimento, observação e monitorização de grandes áreas, permitindo a deteção precoce de ocorrências e o apoio à coordenação operacional; •

 

Sistemas aéreos não tripulados (drones), vocacionados para missões de vigilância persistente, deteção de focos de incêndio e monitorização em tempo real das áreas críticas; • Um UH-60L Black Hawk – helicóptero multifunções com elevada mobilidade e capacidade para reconhecimento aéreo, transporte, combate a incêndios e apoio às operações de proteção e socorro. Esta operação demonstra a capacidade de atuação conjunta das entidades do Estado, antecipando os períodos de maior risco e mobilizando os meios necessários antes da ocorrência de situações críticas. É esse o princípio que orienta a ação do CIPO: prevenir antes de combater, protegendo as populações, o território e os recursos nacionais.

 

O Governo apela igualmente à máxima responsabilidade de todos os cidadãos, recordando que, durante os períodos de maior perigo de incêndio rural, qualquer comportamento negligente pode ter consequências graves para as pessoas, os bens e o património natural. A prevenção continua a ser o primeiro e mais importante instrumento de proteção das populações e do território. Ministério da Administração Interna e Ministério da Defesa Nacional imprensa.mai@mai.gov.pt armando.s.ferreira@mdn.gov.pt Campus XXI, AV. João XXI nº 63

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Jornal Digital Vila de Rei

J. Vitorino – Diretor

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